Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

Debates expõem Wilder como “serial killer” da Língua Portuguesa

25 de setembro de 2026

Está comprovado que os debates entre candidatos perderam influência sobre a decisão de voto do eleitorado. No caso de Goiás, já se realizaram vários, todos sem repercussão, porém servindo pelo menos para levar a uma conclusão: um dos postulantes ao Palácio das Esmeraldas, Wilder Morais, não sabe se expressar com clareza, tem dificuldades para encadear palavras e frases e fala como um verdadeiro “serial killer” da Língua Portuguesa. E o pior é que é senador da República, sentado em uma cadeira já ocupada por filhos ilustres e iluminados de Goiás. O candidato do PL precisa urgentemente contratar um professor particular (de 1º Grau já ajudaria) para cessar a agressão aos ouvidos das goianas e dos goianos e deixar de dar vexame público quando abre a boca.

25 de setembro de 2026

Pesquisa Quaest arrasa a oposição: só Daniel cresceu e em todos os quesitos

A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelo governo do Estado fulmina a oposição: o governador Daniel Vilela (MDB) é o único a crescer acima da margem de erro, passando de 37%, em agosto, para 42% agora, a milímetros de uma vitória no 1º turno. Marconi Perillo (PSDB) caiu para 19% e Wilder Morais (PL) subiu para 15% (lembrando; dentro da margem de erro, de 3 pontos para mais ou para menos). De cabo a rabo, a pesquisa é altamente favorável à reeleição de Daniel, ainda mais ao registrar uma alta na aprovação do seu governo de 64%, em agosto, para 68%, agora – quando se sabe que governantes bem avaliados costumam garantir com facilidade mais um mandato. Tudo isso a 10 dias da data da votação.

24 de setembro de 2026

O festival de besteiras que assola as eleições deste ano em Goiás(3)

Faltam 10 dias para as urnas que vão decidir sobre quem governará Goiás a partir de 1º de janeiro de 2027. Há muita desinformação circulando e, sobretudo, conclusões disparatadas erradamente extraídas dos fatos objetivos. Mais uma vez, este blog segue com a compilação das “besteiras” que não param de ser ditas sobre as eleições: a mentira do Estado “quebrado”, a afirmação de que o 2º turno, se houver, levará à vitória de um candidato da oposição, a acusação de que a campanha de Daniel Vilela comprou as pesquisas (sem nenhuma prova) e a tese furada da campanha de Wilder Morais de que ele é o único nome da direita e que até o ex-governador Ronaldo Caiado é de esquerda. Confiram, leitoras e leitores.

23 de setembro de 2026

Dito e feito: Marconi caiu para o 3º lugar e não é surpresa

A pesquisa divulgada nesta semana pela Real Time Big Data confirmou o levantamento anterior da Atlas/Intel: com Daniel Vilela (MDB) consolidado na liderança isolada, Marconi Perillo (PSDB) caiu do 2º para o 3º lugar, em uma troca de posições com Wilder Morais (PL). Trata-se de um movimento previsto desde o início da campanha, diante da falta de estrutura total da candidatura de Marconi – sem partidos, sem apoio de lideranças, com apenas 30 segundos no horário gratuito do rádio e televisão e, de resto, cavalgando uma rejeição monumental (entre 40 e 50% do eleitorado não votam nele de jeito nenhum). Não poderia dar certo. E não deu.

21 de setembro de 2026

Senado: Gracinha mantém a liderança, enquanto Gayer e Zacharias Calil disputam a 2ª vaga

A pouco mais de 10 dias para as urnas, o cenário para as 2 vagas no Senado por Goiás está praticamente definido a favor da ex-primeira-dama Gracinha Caiado (UNIÃO), uma, e outra ainda em disputa entre os deputados federais Gustavo Gayer (PL) e Zacharias Calil (MDB), com o senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o ex-prefeito Gustavo Mendanha (PRD) fora do jogo. Importante: a cada pesquisa, Zacharias Calil avança, enquanto Gayer segue estagnado, mesmo porque só capta votos bolsonaristas, enquanto o adversário é um nome universalizado – que, inclusive, já tem cara de senador e mostra compreensão do papel de alguém que pode se sentar na mais alta Câmara Legislativa do país: “Cuidar das pessoas, defender Goiás”, diz o slogan de campanha do doutor.

19 de setembro de 2026

Campanha errática e agressiva faz Marconi derreter

Parece irreversível a queda do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) no ranking das pesquisas, ou seja: do 2º para o 3º lugar, ou, quem sabe, até mesmo para a 4ª posição. Esse é o preço a ser pago por uma candidatura sem bases sólidas, isolada, sem estrutura, sem tempo de rádio e televisão e massacrada por índices elevados de rejeição. Já pintaram no horizonte os primeiros levantamento apontando para a ladeira abaixo aberta à frente de Marconi, como resultado final de um acúmulo de erros e de uma campanha errática e agressiva, com a transferência das intenções de voto, por enquanto, para o líder Daniel Vilela e o segmento dos indecisos.

18 de setembro de 2026

Wilder na CBN/O Popular é desastre de comunicação e só serve para comprovar despreparo

Foi desastroso o desempenho de Wilder Morais (PL) na sabatina da CNN/O Popular com os candidatos ao governo de Goiás. Em meio a uma inacreditável enxurrada de erros de português e de concordância, Wilder não conseguiu responder aos questionamentos dos repórteres da rádio e do jornal, nem minimamente. Dos 4 pretendentes ao Palácio das Esmeraldas, foi o que se saiu pior. Aliás, muito pior. Ficou a impressão de que até uma criança de escola de 1º grau seria capaz de falar com mais clareza e sem ferir de morte a última flor do Lácio. Os dificuldades de raciocínio e o despreparo do senador ficaram evidentes.

17 de setembro de 2026

Pesquisas locais de credibilidade média ou baixa trazem Wilder ultrapassando Marconi

Institutos locais que ainda estão construindo a sua credibilidade, como o Igape – Instituto Gazeta de Pesquisas – e o Goiás Pesquisas – vinculado ao site Mais Goiás – já dão Wilder e Marconi em empate técnico no 2º lugar, com o agravante, para Marconi, de que Wilder vem ascendendo aos poucos e o seu concorrente, caindo. Mas o fôlego de Wilder é curto, limitado pela falta de preparo mostrada em suas falas públicas, pelo racha interno do seu partido, o PL, pelo pouco tempo no rádio e na televisão e, por fim, e pelas gafes que não para de cometer, como a defesa do uso de câmeras corporais por policiais. Em tempo: nas pesquisas de institutos de reputação irretocável, como Quaest e Paraná, esse movimento ainda não foi detectado.

16 de setembro de 2026

Hipótese de eleição para governador de Goiás definida no 1º turno continua de pé

Faltando praticamente 2 semanas para a data das urnas, a hipótese da reeleição do governador Daniel Vilela (MDB) em 1º turno continua de pé, atestada por todas as pesquisas de credibilidade – algumas com folga de votos válidos, com Daniel alcançando mais de 56%, outras no limite da margem de 50% mais um dos votos. O peso dominante da eleição presidencial, uma das mais acirradas da história do Brasil, pode levar o eleitorado de Goiás à decisão coletiva de encerrar a disputa pelo Palácio das Esmeraldas sem necessidade de 2º turno, liberando as atenções da população para o confronto nacional entre direita e esquerda. É o que pode acontecer, ainda mais com a força da campanha de Daniel Vilela, sob o impulso do poder de mobilização da base governista e mais da metade do tempo de propaganda no rádio e televisão.

15 de setembro de 2026

Crise do STF esfria a campanha em Goiás e ajuda no favoritismo de Daniel Vilela

A crise do Supremo Tribunal Federal é o assunto dominante de todas as conversas. Atrai todas as atenções e tira o foco das eleições correntes em Goiás, a não ser no caso da disputa das 2 vagas no Senado (que têm a ver com o impeachment futuro de ministros da Corte). A campanha para o governo estadual, daí, tornou-se morna, senão fria, sem grandes lances, o que beneficia a reeleição do governador Daniel Vilela (MDB) e reduz o espaço dos adversários Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PT) – que não desenvolvem agendas consistentes, não têm espaço significativo no rádio e na televisão e não conseguem esquentar o debate eleitoral.

14 de setembro de 2026

Erros e acertos do marketing dos candidatos a governador na televisão

Os candidatos ao governo de Goiás só têm mais 3 semanas de visibilidade no horário eleitoral do rádio e da televisão. Como eles estão se saindo até agora? Já é possível uma avaliação das estratégias de cada um e dos caminhos que seus marqueteiros resolveram seguir para se comunicar com o eleitorado através do mais potente instrumento de divulgação dos seus nomes, ideias e propostas. Confiram, leitoras e leitores, um primeiro balanço analítico dos programas de Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PL).

11 de setembro de 2026

Aprovação elevada de Daniel Vilela fez a oposição perder o discurso e o rumo

A disputa pelo governo de Goiás segue fria e sem novidades. O governador Daniel Vilela (MDB) não só lidera a corrida, como aumenta a sua pontuação a cada pesquisas, enquanto os adversários Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PT) mal se mexem, esmagados pela avassaladora aprovação popular apurada pelos institutos de credibilidade para o governo Daniel (72,8% na pesquisa Paraná, divulgada nesta sexta, 11 de setembro). Quase na reta final, a eleição em Goiás parece irreversivelmente definida e só uma hecatombe seria capaz de mudar o resultado previsto – a reeleição de Daniel Vilela.

10 de setembro de 2026

Omissão de Wilder deixa Flávio Bolsonaro sem campanha em Goiás

O candidato a presidente do PL Flávio Bolsonaro tornou-se vítima da inação do senador Wilder Morais, seu candidato a governador de Goiás e responsável maior pela sua campanha no Estado. Mas Wilder, cuja inércia começa por prejudicar ele próprio e depois todos os que estão concorrendo pelo seu partido, inclusive a deputado federal e Estadual, não faz nada e se limita a programas de 1 minuto e 18 segundos no horário eleitoral no rádio e na televisão, além de visitas formais a autoridades – como o arcebispo de Goiânia Dom João Justino – que não podem declarar apoio a políticos. Ninguém entende a postura desanimada de Wilder porque, dinheiro, ele tem, o dele e mais R$ 10 milhões que o PL mandou para Goiás.

9 de setembro de 2026

Maior dúvida da eleição é se Marconi vai conseguir escapar da queda para o 3º ou 4º lugar

A pouco mais de 20 dias para a data das urnas, a corrida pelo governo de Goiás continua balizada pelo favoritismo do governador Daniel Vilela – enquanto o ex-governador Marconi Perillo e o senador Wilder Morais parecem se engalfinhar pelo 2º lugar. A má notícia, para Marconi, é que já apareceram pesquisas apontando Wilder em 2º, empurrando o ex-governador ladeira abaixo. Explica-se: Marconi entrou imprudentemente em uma eleição para a qual não tinha nenhum trunfo, enquanto Wilder pelo menos conta com a possibilidade de conquistar o voto dos 20% de bolsonaristas que existem em Goiás (e que hoje em sua maioria preferem Daniel). Se perder o 2º lugar, o ex-governador sairá desmoralizado e talvez inabilitado para qualquer projeto político futuro.

5 de setembro de 2026

Restrições ao uso da imagem de Bolsonaro afetam campanhas de Wilder e Gayer

A Justiça Eleitoral está ampliando as restrições ao uso da imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro na campanha deste ano, o que, em Goiás, prejudica a estratégia das candidaturas de Wilder Morais ao governo e Gustavo Gayer ao Senado, ambos do PL. Wilder tende a ser o mais afetado, já que até entre o eleitorado bolsonarista radical do Estado ele é visto como um oportunista em busca de vantagens pessoais e não um autêntico seguidor do Jair encarcerado, ao contrário de Gayer, que não necessita de provas para as suas convicções políticas.

4 de setembro de 2026

Pesquisas sugerem que Wilder pode estar tomando o 2º lugar de Marconi e há motivos para isso

Duas pesquisas nos últimos dias apontam para o senador Wilder Morais (PL) no 2º lugar, enquanto o ex-governador Marconi Perillo perde consistência e cai para a 3ª posição. Esse movimento parece confirmar uma previsão antiga, a de que Wilder, embalado pela base bolsonarista, fatalmente acabaria por superar Marconi, vítima de um isolamento político sem precedentes e campeão de rejeição em todos os levantamentos, com taxas entre 40 e 50% de menções ao seu nome quando a pergunta das pesquisas é: “Em quem você não votaria de jeito nenhum?”. Essa troca de posições entre esses 2 candidatos oposicionistas, contudo, não afeta a liderança do governador Daniel Vilela, que segue na liderança isolada em todas as pesquisas, com 20 a 40 pontos à frente dos adversários.